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Primeiras Impressões: Girly Air Force

©Satelight/Kouji Natsumi
Girly Air Force – Descrição técnica

Diretor: Katsumi Ono
Autor original: Kouji Natsumi
Estúdio: Satelight
Adaptado de: Light Novel
Data de estreia: 10 de janeiro de 2019
Gênero: Ação, Ficção científica 

Breve introdução à obra: misteriosas criaturas voadoras, conhecidas como Zai, apareceram derrepentemente. Para enfrentar essas criaturas, a humanidade inventou caças nomeados de “Daughters”. Ademais, o mecanismo automático de embates chamado “Anima” – que têm a forma de garotas humanas. Girly Air Force segue a história de um rapaz chamado Kei, que anseia em ser piloto. Tudo muda quando ele encontra a Anima Gripe.


Matheus Boruto – Redator do Café Stile 

Começando pela animação. É muito bonita e devo admitir ter gostado muito, principalmente, nas cenas iniciais com os navios. Quanto a trilha sonora? Ela é nostálgica, afinal, são músicas clássicas; utilizadas,  principalmente, em filmes antigos como efeito sonoro secundário.

©Satelight/Kouji Natsumi | “Vai saber…”

Partindo para o enredo, aí complica. São personagens cujo a história já foi dada uma leve, porém, substancial demonstração, e aparenta ser um anime com um pouco de drama, mas divertido. Aparenta, pois eu não tenho ideia do que acontecerá daqui para frente.

Nota: 3/5 – Café expresso 


Breno Santos – CEO do Café Stile 

Eu não sei por onde começar essa resenha e o anime parece que também não sabia por onde começar. Devo iniciar “elogiando” o péssimo CGI utilizado nos aviões. Parabéns estúdio Satelight. O pior disso tudo, é que é uma casa com obras boas: como Hakata Tonkotsu Ramens.

A experiência com aquela movimentação dos caças é terrível. Agora, vamos para a história. O roteiro tem uma péssima desenvoltura quando trata-se de situar o telespectador onde tudo está se passando. As coisas acontecem sem sentido algum. Uma hora, o protagonista está na China, outrora está no Japão e, do nada, é sequestrado por militares após entrar, facilmente, em uma área da força aérea japonesa (????).

A única coisa que salva é a personagem Minghua, amiga do protagonista, detalhe, a função dela é ser suporte e a mesma roubou a cena durante todo o episódio. O outro ponto, é mais uma aposta. Eu gostei bastante da Gripe. Ela, no character design e nas atitudes, é uma Zero Two 2.0 – a única coisa, além da Ichigo, que salvava aquele terrível enredo de Darling in the FranXX.

©Satelight/Kouji Natsumi | “A única salvação da produção?!”

Parece que vai sobrar para a Gripe a mesma função. Carregar Girly Air Force nas costas. Eu vou fazer a regra dos três episódios, mas é questão de gosto. Se aprecia aviação e um anime onde uma garota vai salvar um roteiro pífio, acho que vale a experiência.

Nota: 1/5 – Descafeinado
Nota média da Staff: 2/5 – Café cortado 


©Doga Kobo/Tsukasa Unohana | “Alerta da Kohane para anime fraco!”

Girly Air Force está em simulcast pelo serviço de streaming Crunchyroll.

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