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Primeiras Impressões: Meiji Tokyo Renka

©TMS Entertainment/Broccoli | “Chegou o harém reverso da season!”
Meiji Tokyo Renka – Descrição técnica

Diretor: Akitaro Daichi
Autor original: Broccoli
Estúdio: TMS Entertainment
Adaptado de: Game
Data de estreia: 09 de janeiro de 2019
Gênero: Fantasia, Histórico, Romance

Breve introdução à obra: Mei Ayazuki é uma simples estudante do ensino médio com um cotidiano monótono. Certa noite, onde uma lua cheia e vermelha pairava no céu, ela é transportada para o passado, mais precisamente, para o período Meiji. Tudo isso é feito pelo auto-proclamado “mago” Charlie.


Luany Bastos – Instagram do Café Stile

O anime conta a história de Mei, que, ao voltar para casa, se depara na rua com um show de magia, onde é dito que o mágico poderá fazer qualquer pessoa desaparecer. Ele, então, a indica para ser voluntária em sua apresentação, e ela entra na caixa sendo levada para a era Meiji do Japão, sem se lembrar de sua casa e nem mesmo de seu nome.

©TMS Entertainment/Broccoli | “O mago salafrário…”

O anime possui uma história interessante, que envolve viagem no tempo e fantasmas, esses que são vistos pela personagem principal. Eu achei descontraído, algo simples que pode ser usado para passar o tempo.

Os personagens são divertidos e peculiares, como o mágico, que sequer explica como a fez viajar no tempo; ou um garoto com misofobia, ou seja, fobia de germes. Creio eu que seja mais um daqueles haréns reversos onde a menina não termina com ninguém, esses, entretanto, podem ser bem divertidos, por isso pretendo continuar assistindo.

Nota: 4/5 – Café au lait


Breno Santos – CEO do Café Stile

A obra me lembrou um pouco Code:Realize; um anime de 2017 que era harém reverso e tinha um contexto histórico muito bom  – se passava em Londres durante a revolução industrial. Todavia, Meiji Tokyo Renka ainda é inferior, ao meu ver, a esse citado.

©TMS Entertainment/Broccoli | “Gostei muito do design da Mei! ❣💕”

No quesito visual, o estúdio TMS mantém bons quadros – melhores que algumas obras que estamos vendo por aí atualmente. Tudo vai depender de como Mei vai lidar com as futuras situações, entretanto, ainda acho que o anime vale a “regra dos três episódios”.

Nota: 2/5 – Café cortado


Éder Rodrigues – Redator do Café Stile 

“Mas o que é isso que está aparecendo na tela do meu computador. Não, não acredito nisso. O que é isso?”.

E é com essa celebre frase dita por Nando Moura que começo falando dessa “obra-prima”. Toda temporada tem seu anime baseado em game. E nesta, há Meiji Tokyo Renka, mais uma das pérolas das adaptações de game para animes feita pelo estúdio TMS Entertainment. E a que conclusão eu chego?

Bom, se tem uma coisa que pode se tirar um pouco de aproveito, mais bem pouco mesmo, é a parte do passado da protagonista Mei. Aqui, somos apresentados sobre sua reclusão, por conta das pessoas julgarem ela como louca; afinal, ela vê uma espécie de fantasma e as outras pessoas não. Por isso, ela prefere se excluir da sociedade para que os fatos não se repitam.

©TMS Entertainment/Broccoli | “Corre que ele tá puto…”

Depois temos uma série de clichês pra lá de batidos, como a protagonista esbarrar na pessoa, que, pode ser seu par no futuro. Ademais, diálogos expositivos e uma espécie de harém invertido pode estar se formando, na minha concepção.

Seu visual é ruim, suas escolhas de personagens são ruins e toda história é igualmente ruim. Ou seja, é um serviço completo. É todo defeituoso esse anime, no sentido de enredo e plot. Não tem mais o que dizer, de longe, não recomendo esse anime.

Nota: 1/5 – Descafeinado
Nota média da Staff: 2/5 – Café cortado


©LIDENFILMS/matoba | “Esse anime recebe o selo Myurin e Beel frustrados de qualidade!”

Meiji Tokyo Renka está em simulcast pelo serviço de streaming Crunchyroll.

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