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Review: Re:Zero Kara Hajimeru Isekai Seikatsu

©White Fox/Tappei Nagatsuki
Re:Zero – Descrição técnica

Diretor: Masaharu Watanabe
Autor original:
Tappei Nagatsuki
Estúdio:
White Fox
Adaptado de:
Light Novel
Gênero: Drama, Fantasia, Psicológico, Thriller

Personagens

Um dos pontos fortes da obra é seu leque de personagens. O mais interessante é o desenvolvimento que a maioria deles têm; isso fica nítido ao passar dos episódios. O telespectador consegue se apegar facilmente a qualquer um que apareça em tela. O protagonista Subaru pode ser irritante, entretanto, todo o pessoal que o cerca dispõe de algo que acrescenta para passar ao público. Desde uma pequena ladra à um espadachim aposentado, os personagens dessa obra irão te envolver de uma forma única. 

©White Fox/Tappei Nagatsuki | “Crusch: uma das personagens mais legais de todo o enredo.”

Merecem destaque: Subaru Natsuki, Rem, Wilheim van Astrea, Crusch e Pack.
Surpreenderam: Felt, Beatrice, Reinhard, Julius e Ferris.
Poderiam ser mais aproveitados: Ram e Emilia.

Análise técnica

A animação ficou a cargo do estúdio White Fox. Ela é bem feita, sobretudo, a única coisa que pode incomodar um pouco aos mais críticos é o uso de CGI em algumas cenas; principalmente nas criaturas do reino. A trilha sonora é outro ponto forte do anime, uma vez que, trata-se de uma composição épica e, ao mesmo tempo, emocionante; feita por Kenichiro Suehiro

©White Fox/Tappei Nagatsuki | “Os cavaleiros que você respeita!”

A paleta de cores utilizada pela direção de fotografia é peculiar. Os tons escuros, a predominância de cores frias e cenários sombrios favorecem as cenas de perturbação psicológica. Afinal, o anime não se propôs a ser um romance cheio de felicidade, muito pelo contrário, a obra é dramática e Kentaro Minegichi, o diretor de fotografia, foi muito feliz em suas escolhas.

Composição de série

A obra traz um diferencial e tanto quando tratamos de Isekais. O fator “retorno através da morte” que Subaru dispõe. Isso foi assertivo, entretanto, mal-utilizado eu diria. Poderia ser usado em menor escala, em minha opinião. Uma vez que, muitas mortes do Subaru chegam a ser toscas; e não acrescentam para o crescimento do personagem. Todavia, Tappei Nagatsuki acertou na Light Novel quando criou um universo onde cada acontecimento é importante. 

©White Fox/Tappei Nagatsuki | “Emilia rainha, o resto nadinha!”

E o fator “tudo tem importância” foi bem-adaptado por Masahiro Yokotani, a pessoa responsável pela composição de série do anime. Yokotani é experiente e já trabalhou em roteiros de Steins;Gate Toradora! antes de Re:Zero. Essa experiência contou para que ele conseguisse adaptar e encaixar tantos acontecimentos de uma forma natural.

Recomendação aos nossos clientes

A recomendação da Café Stile é que você não somente assista a Re:Zero, como também leia a obra original. O cuidado que o autor tem com os detalhes e os personagens é notável. São 25 episódios, entretanto, nada que um bom café e um bolo não resolvam para que você possa acompanhar essa produção que foi uma das melhores em 2016. 

©White Fox/Tappei Nagatsuki | “Nee-san, fala para eles assistirem ao anime, certo?”

Re:Zero pode ser conferido no catálogo do serviço de streaming Crunchyroll.

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Personagens: 2/2
Análise técnica: 1/2
Composição de série: 2/2
Obra original: 2/2
Proposta: 2/2

Nota final: 9 – Frappuccino

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